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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
sábado, 21 de janeiro de 2012
Antonio Nóbrega - Na pancada do ganzá [1996]

Faixas:
01-Loa de abertura
(Folclore)
02-Vinde, vinde, moços e velhos
(Folclore)
03-Truléu da Marieta
(Folclore)
04-A vida do marinheiro
(Folclore)
05-Truléu, léu, léu, léa
(Folclore)
06-Serenata suburbana
(Capiba)
07-Marcha da folia
(Raul Moraes)
08-Boi castanho
(Getúlio Cavalcanti)
09-O romance de Clara Menina com D. Carlos de Alencar
(Folclore)
10-1º Movimento do Concerto de Bach em ré menor para rabeca e flauta
(Bach)
11-Desassombrado
(Antônio Nóbrega)
12-Mexe com tudo
(Levino Ferreira)
13-Minervina
(Marcelo Varella, Antônio Nóbrega)
14-Mateus embaixador
(Antônio Nóbrega)
15-Na pancada do ganzá
(Wilson Freire, Antônio Nóbrega)
16-Despedida
(Folclore)
sábado, 12 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Antônio Nóbrega - Nove de Frevereiro Vol. II (2007)

Nóbrega faz do frevo um gênero múltiplo
Multiinstrumentista interpreta diversidade de estilos reunidos sob o gênero e faz sua tradução para o violino.
RENATO L
DA EQUIPE DO DIARIO
O título do novo disco de Antônio Nóbrega entrega de imediato o seu conteúdo: Nove de frevereiro - volume II é o segundo CD do projeto idealizado pelo cantor, compositor, dançarino e instrumentista para homenagear o centenário do frevo, a ser comemorado ano que vem. É que, segundo os pesquisadores, o termo apareceu pela primeira vez na imprensa em 9 de fevereiro de 1907, em um artigo do Jornal Pequeno de Recife.
Nóbrega gravou o novo disco (selo Brincante) entre junho e julho em estúdios espalhados por São Paulo, Rio de Janeiro e Recife. A empreitada demandou um criterioso trabalho de pesquisa e - detalhe curioso - uma viagem à Bulgária para uma série de aulas com a violinista Eugênia Popova. Foi a solução encontrada por ele para reforçar sua técnica e, assim, driblar as dificuldades de traduzir os frevos para um instrumento (o violino) pouco usual nesse gênero.
Nove de frevereiro explora todo o leque de estilos reunidos sob o rótulo frevo. As composições instrumentais revezam-se com faixas onde Nóbregausa seus dotes vocais. Ele também reserva espaço tanto para o resgate de clássicos quase esquecidos como para as inéditas de sua autoria. Um respeitável time de convidados o ajuda em ambas as tarefas. Nomes como Dominguinhos, Claudionor Germano, Silvério Pessoa, Ná Ozetti, Geraldo Azevedo e Spock.
Vale destacar o belíssimo encarte deste que é o sétimo CD da carreira de Nóbrega. São 60 páginas onde encontramos, entre outras preciosidades, biografias de cerca de 100 nomes de destaque na história do frevo, glossário de passos, fotos do acervo de Pierre Verger, um ensaio fotográfico de Walter Carvalho e um texto do próprio autor. Além de fotos das gravações, letras das músicas e ficha técnica.
Nóbrega não encara o frevo como um gênero estático. Inova na parte instrumental, ao escolher naipes inusitados de instrumentos para cada música. E foge do óbvio nas letras, deixando de lado os tradicionais temas ligados ao carnaval. O mesmo vale para a coreografia: o frevo é o ponto de partida que leva a direções várias, exploradas com respeito, mas também sem temer eventuais fundamentalismos.
Multiinstrumentista interpreta diversidade de estilos reunidos sob o gênero e faz sua tradução para o violino.
RENATO L
DA EQUIPE DO DIARIO
O título do novo disco de Antônio Nóbrega entrega de imediato o seu conteúdo: Nove de frevereiro - volume II é o segundo CD do projeto idealizado pelo cantor, compositor, dançarino e instrumentista para homenagear o centenário do frevo, a ser comemorado ano que vem. É que, segundo os pesquisadores, o termo apareceu pela primeira vez na imprensa em 9 de fevereiro de 1907, em um artigo do Jornal Pequeno de Recife.
Nóbrega gravou o novo disco (selo Brincante) entre junho e julho em estúdios espalhados por São Paulo, Rio de Janeiro e Recife. A empreitada demandou um criterioso trabalho de pesquisa e - detalhe curioso - uma viagem à Bulgária para uma série de aulas com a violinista Eugênia Popova. Foi a solução encontrada por ele para reforçar sua técnica e, assim, driblar as dificuldades de traduzir os frevos para um instrumento (o violino) pouco usual nesse gênero.
Nove de frevereiro explora todo o leque de estilos reunidos sob o rótulo frevo. As composições instrumentais revezam-se com faixas onde Nóbregausa seus dotes vocais. Ele também reserva espaço tanto para o resgate de clássicos quase esquecidos como para as inéditas de sua autoria. Um respeitável time de convidados o ajuda em ambas as tarefas. Nomes como Dominguinhos, Claudionor Germano, Silvério Pessoa, Ná Ozetti, Geraldo Azevedo e Spock.
Vale destacar o belíssimo encarte deste que é o sétimo CD da carreira de Nóbrega. São 60 páginas onde encontramos, entre outras preciosidades, biografias de cerca de 100 nomes de destaque na história do frevo, glossário de passos, fotos do acervo de Pierre Verger, um ensaio fotográfico de Walter Carvalho e um texto do próprio autor. Além de fotos das gravações, letras das músicas e ficha técnica.
Nóbrega não encara o frevo como um gênero estático. Inova na parte instrumental, ao escolher naipes inusitados de instrumentos para cada música. E foge do óbvio nas letras, deixando de lado os tradicionais temas ligados ao carnaval. O mesmo vale para a coreografia: o frevo é o ponto de partida que leva a direções várias, exploradas com respeito, mas também sem temer eventuais fundamentalismos.

Link: Nove de Frevereiro Vol. II (2007)
01 - Fervo
02 - Clovinho no Frevo
03 - Festim
04 - Galo de Ouro
05 - Segura no Meu Braço
06 - Brincando com Clarineta
07 - Por Quem os Blocos Cantam
08 - Pra Vocês Foliões
09 - Avenida Brasil
10 - Tirando a Casaca
11 - Saudosos Foliões/Alegre Bando (Pot Pourri)
12 - Canhão 75
13 - Duas Épocas
14 - Florilégio
15 - Corisco
16 - Melodia Sentimental
sábado, 12 de janeiro de 2008
Antônio Nóbrega - Nove de Frevereiro Vol. 1
Em 2007, o frevo completa 100 anos. Essa contagem é feita, oficialmente, a partir da primeira vez que a palavra frevo apareceu num artigo do Jornal Pequeno de Recife (atualmente, Diário da Manhã), em 9 de fevereiro de 1907, para nomear um gênero musical.
O multiinstrumentista Antonio Nóbrega, um apaixonado e estudioso incondicional das manifestações culturais brasileiras, sobretudo do frevo, decidiu antecipar as comemorações desse centenário com o lançamento do CD Nove de Frevereiro, referência brincalhona à data histórica. "Embora se acredite que, no fim do século 19, o gênero já comece a se formatar como frevo", explica Nóbrega.
Nove de Frevereiro é o primeiro de dois CDs, em que Nóbrega resgata a trajetória do universo frevístico, desde seus formadores até as gerações mais contemporâneas. Neste primeiro trabalho, que acaba de chegar às lojas, o músico, também dançarino e cantor, compilou frevos de autores das antigas, representativos no gênero musical em suas três vertentes: frevo-de-bloco (cujas letras e melodias misturam saudade e evocação, é executado por um coro feminino e acompanhado por uma orquestra), frevo-canção (responsável pela animação dos salões e das multidões que seguem as Freviocas) e o frevo-de-rua (criado inicialmente para ser executado a céu aberto).
Garimpou velhos frevos, alguns deles já esquecidos, como Dedé, de Nelson Ferreira; A Pisada É Essa, de Capiba; e Último Dia/Mexe com Tudo, de Levino Ferreira, entre outros. "São compositores cuja trajetória foi importante na criação da linguagem do carnaval, em geral, e do frevo, em particular", conta o brincante.
Apesar de não ser um álbum autoral, Nóbrega deu sua contribuição ao gênero convidando amigos compositores a darem novos arranjos ao antigo repertório. "Normalmente, os frevos-de-rua são músicas compostas por autores para uma orquestra de sopro, principalmente. Às vezes, o frevo é reorganizado anos depois por outros compositores de frevo", explica o músico.
Um dos fatores que mais ajudam na modernização dos frevos é a sua orquestração harmônica mais atual. Mas a marca mais pessoal de Nóbrega aparece no CD, quando ele coloca seu violino a serviço do frevo, algo pouco usual.
*texto extraído do Diário Vermelho
Link: Nove de Frevereiro Vol. 1
01 - último dia/mexe com tudo
02 - sonhei que estava em pernambuco
03 - folias da madrugada
04 - a pisada é essa
05 - transcendental
06 - dedé
07 - chuva morna
08 - cocorocó
09 - quinho
10 - ingratidão
11 - capenga/mordido
12 - garrincha
13 - isquenta muié
14 - vão me levando
15 - relembrando o passado
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